segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Verifique as taxas de juros na compra de seu carro para não ter problemas


Os juros remuneratórios é o ponto que mais tem causado discussão quando se fala na revisão de contratos de financiamento de veículos. No Brasil, com a Emenda nº 40, de 29 de maio de 2003, que revogou o parágrafo 3º do art. 192, da Constituição Federal, não mais se tem base constitucional para discussão das taxas de juros, que antes eram fixados em 12% ao ano.



Desde a eleição de Lula para seu primeiro mandato de Presidente da República, sua política populista de fornecimento de crédito à população visando o aumento do consumo gerou uma corrida às concessionárias de veículos para a aquisição, principalmente para as famílias de baixa renda, que viram a possibilidade real de ter seu sonho do carro novo conquistado.



Vários programas facilitando o acesso ao crédito foram lançados, até mesmo com crédito consignado, aposentados, pensionistas e servidores.
Ocorre que tais programas acabaram por disseminar o endividamento, o que influi nas taxas de juros, os spreads e os riscos que são analisados pelas instituições bancárias ao fornecer o crédito. 



Mas o que deve ser observado é que, se de um lado gerou-se a facilitação de acesso ao crédito, por outro lado iniciou-se a descomedida abusividade perpetrada pelas instituições bancárias no Brasil, que absurdamente passaram a cobrar juros sobre juros (juros compostos) nos contratos, tarifas irregulares, e prática de publicidade enganosa comissiva, anunciando a cobrança de supostas taxas de juros acessíveis sobre o capital dado em empréstimo, maquiando a cobrança excessiva de juros altos nos contratos, abusando da inocência e boa fé contratual de uma população que nunca teve educação financeira e só agora vem aprendendo a “trabalhar” com o dinheiro, com os recursos que em tese o sistema capitalista favorece. Ver artigo

Nenhum comentário:

Postar um comentário