segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Carro com GNV é a melhor opção? Tirando dúvidas.

Na realidade é uma coisa muito simples, o processo de instalação de gás natural veicular de um automóvel ele passa pela etapa da venda da comercialização em si, passando assim para o projeto da execução.

A execução é subdividida na parte mecânica e na parte eletrônica embarcada. A parte mecânica como fixação da válvula redutora, fixação do suporte do cilindro, passagem da linha de alta por baixo do carro, e a eletrônica embarcada é toda a parte de comando elétro eletrônico que faz o gerenciamento da situação do GNV natural junto com o combustível dentro de um automóvel.

Consiste em um gerenciador eletrônico, emulador de bicos, um variador de avanço, emulador de sonda, a chave comutadora que é colocada no painel onde permite o motorista escolher qual combustível vai rodar, e todas essas execuções são feitas dentro de um critério e parâmetros que são estabelecidos pelo IMETRO que é o órgão gerenciador das ações do gás natural no Brasil.

A parte elétrica na realidade se faz uma adaptação no carro, pois a instalação do GNV em um veículo não deixa de ser uma adaptação, saudável mas uma adaptação, se faz sem ferir ou agredir o projeto original do carro, alguns fios necessariamente são cortados, como por exemplo o emulador de bicos corta-se o sinal dos fios para poder atuar onde ele pega o sinal dos bicos injetores do combustível original que é gasolina ou álcool, variador de avanço pega o sinal do map e assim sucessivamente na parte elétrica.

A parte da chave comutadora por exemplo corta o sinal e pega o sinal para ir a informação de quanto tem de GNV que é informado através de relógio que é um manômetro que instala no corpo do motor,  ele reporta a informação de quanto ele tem de gás para uma chave comutadora que esta no painel onde o condutor pode visualizar a quantidade de GNV que ele tem. A instalação desses componentes são feitas sem ferir e sem agredir o projeto original do carro.



A alimentação hoje existe duas formas do gás para o motor na parte de combustão, onde o motor aspira o gás natural existe um misturador  que é colocado dentro da mangueira do ar, onde o motor trabalha provocando vácuo ele aspira o ar e gás junto, é lógico que para isso tem que existir um equilíbrio na mistura entre ar e gás para a mistura não ficar nem pobre nem excessivamente muito rica se não causa também problemas de funcionamento no motor, e esse equilíbrio que se chama estequiometria é acertado através de sistemas e softer de computador de regulagem de aferição final na hora de regular o carro.


Existem diversos processos para escolher o combustível que você quer rodar, a chave no painel tem posições onde mostra posição gasolina ou álcool ou seja combustível liquido e outra posição no gás natural, que te permite dar a partida no GNV, sob a ótica técnica isso não é saudável pode criar vícios de conduta de começar usar o carro tão somente no GNV e com isso a médio prazo causar um dano no motor porque o gás é um combustível seco e é necessário um combustível liquido também adicionado, a opção que se tem nos equipamentos instalados é dar partida no combustível original e ao acelerar o carro ele passa automaticamente para o combustível gás, que é um combustível na maioria das vezes que vai ser utilizado pela relação custo beneficio, quando chegar no fim do gás e for necessário passar para gasolina aperta-se a chave que é uma chave digital de toque ela simplesmente vai acender um lede de gasolina e mesmo o carro estando em movimento passa automaticamente para gasolina, uma simples operação de apertar o botão.



Nenhum comentário:

Postar um comentário