DICAS


Cristalização e espelhamento na pintura de seu carro, não se deixe enganar 

Muita gente no mercado de polimento fala em cristalização e espelhamento na pintura de seu carro como jogada de marketing, os profissionais as vezes agem de má fé. A princípio a cristalização é uma ação muito além que um polimento ou algum produto que se aplica na superfície da pintura do carro.

Tem profissionais que usam o nome cristalização somente para alavancar seu negócio, na realidade para ganhar clientes esses profissionais falam que fazem uma cristalização na pintura de seu carro utilizando uma massa de polir e cera para brilho e um outro produto qualquer e te dá uma garantia de 1 ano dizendo que cristalizou a pintura de seu carro, sendo que isto não existe porque o dia dia o seu carro vai está no tempo sujeito a todo tipo de sujeira, chuva e sol, contato com seiva de árvores e secrementos de passarinhos, isso entrando diretamente em contato com o verniz e danificando a superfície da pintura, em alguns casos mais e em outros menos, então a garantia da cristalização por 1 ano é praticamente impossível, ainda mais com os produtos que eles vão utilizar.

Para  ter uma durabilidade boa na pintura de seu carro é na aplicação de uma boa cera, um celank ou aqueles vitrificadores que tem no mercado e de boa procedência, são produtos caros que rendem na faixa de dois carros e são aplicações bem localizadas. Ver artigo

Primeiro passo é lavar o carro e seca-lo e em seguida começar a descontaminação na superfície da pintura que é feita com uma politriz usando uma boina amarela que é a mais agressiva passando em áreas pequenas 5 vezes no sentido horizontal e 5 vezes no sentido vertical corrigindo toda imperfeição na pintura e torne a lavar e secar o carro.

Isole com fita as partes do carro que você não quer que fique resíduo de cera como borrachas, faróis, lanternas traseiras e acabamentos, comece o polimento colocando pouco produto em uma área pequena, vou dar um exemplo de produto (Megniars Ultimate Comproud) que é para um corte um pouco mais grosso, use a boina de espuma amarela lembrando que a politriz não pode colocar força nem peso e sim use somente o peso do aparelho em velocidade média passando logo após a aplicação do produto e depois tire todo o resídui com um pano de micro fibra.

Terminando todo o carro vamos para o segundo passo que é a troca de produto, vamos dar um exemplo (Megniars Ultimate Polish) que é para um polimento e espelhamento da pintura, coloque alguma gotas na superfície da pintura em pequena quantidade, mude a boina da politriz para a  de espuma branca média, espalhe o produto sobre a pintura em ares pequenas para o produto não secar e aplique a politriz, em seguida venha com um pano de micro fibra, se caso o produto emplastar e não sair com o pano use um borrifado com água e aplique, em seguida o pano de micro fibra.

Na ultima etapa use a boina de espuma preta e o produto como exemplo (Megniars Ultimate Liquid Wax) que é uma será de proteção, aplique o produto em áreas pequenas para não sevar e finalizando a aplicação troque o pano de micro fibra e passe sobre a pintura onde fica bem espelhada mostrando um bom resultado e protegida.

Um trabalho desse leva em média 9 horas com os produtos corretos, por isso quando um profissional vier te falar que consegue em 3  ou 4 horas e te cobrar R$ 150,00 desconfie, pois um trabalho com este tipo de produto e trazendo o resultado desejado custaria hoje de R$ 450,00 á R$ 550,00 isso por que requer trabalho e tempo.

A diferença de polimento e cristalização é que o polimento apenas limpa a pintura a pintura de toda a sujeira que ela esta sobrecarregada e lisa por um bom período de tempo, a cristalização é ao contrário ela forma após o polimento uma camada protetora que durante 6 meses sua pintura fica protegida contra raios ultravioletas, chuva ácida, pequenos arranhões e até a calcinação da poluição que cai sobre seu veículo.

A vitrificação é um trabalho que após o polimento passa o produto de vitrificação dependendo do produto tem garantia de até 3 anos isso por formar uma película protetora na superfície da pintura.   


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Ver ifique as taxas de juros na compra de seu carro para não ter problemas



Os juros remuneratórios é o ponto que mais tem causado discussão quando se fala na revisão de contratos de financiamento de veículos. No Brasil, com a Emenda nº 40, de 29 de maio de 2003, que revogou o parágrafo 3º do art. 192, da Constituição Federal, não mais se tem base constitucional para discussão das taxas de juros, que antes eram fixados em 12% ao ano.


Desde a eleição de Lula para seu primeiro mandato de Presidente da República, sua política populista de fornecimento de crédito à população visando o aumento do consumo gerou uma corrida às concessionárias de veículos para a aquisição, principalmente para as famílias de baixa renda, que viram a possibilidade real de ter seu sonho do carro novo conquistado.



Vários programas facilitando o acesso ao crédito foram lançados, até mesmo com crédito consignado, aposentados, pensionistas e servidores.



Ocorre que tais programas acabaram por disseminar o endividamento, o que influi nas taxas de juros, os spreads e os riscos que são analisados pelas instituições bancárias ao fornecer o crédito.



Mas o que deve ser observado é que, se de um lado gerou-se a facilitação de acesso ao crédito, por outro lado iniciou-se a descomedida abusividade perpetrada pelas instituições bancárias no Brasil, que absurdamente passaram a cobrar juros sobre juros (juros compostos) nos contratos, tarifas irregulares, e prática de publicidade enganosa comissiva, anunciando a cobrança de supostas taxas de juros acessíveis sobre o capital dado em empréstimo, maquiando a cobrança excessiva de juros altos nos contratos, abusando da inocência e boa fé contratual de uma população que nunca teve educação financeira e só agora vem aprendendo a “trabalhar” com o dinheiro, com os recursos que em tese o sistema capitalista favorece.


Segundo o site credit performance, 42% da população brasileira endividou-se no período de
2005 a 2010 e estão prejudicados principalmente pelas altas taxas de juros aplicadas nos financiamentos.
As instituições informam ao consumidor sobre uma cobrança “x” de juros e na verdade cobram “2x”, ou melhor, até duas vezes mais do que efetivamente preestabeleceram contratualmente com o consumidor, o que vem gerando milhares de discussões judiciais nos Tribunais brasileiros sobre a questão, com um número incomensurável de Ações visando a revisão contratual e readequação da taxa de juros a patamares mais equânimes.

Tal situação induz ao comprometimento da renda do trabalhador/consumidor, o que demanda uma análise sistêmica da situação para não ocorra a cronicidade do problema.
Os juros possuem como critério de fixação seu valor médio no mercado baseada nos critérios diários utilizados pelas instituições no dia-a-dia. São divulgadas sob o formato de taxas anuais e taxas mensais. 

As taxas médias mensais são obtidas pelo critério de capitalização das taxas diárias ajustadas para um período padrão de 21 dias úteis.

Importante destacar ainda que a taxa cobrada de um cliente pode ser totalmente diferente da taxa média supramencionada, pois que depende de fatores distintos como o prazo e o volume da operação.

Imperioso mencionar que os juros praticados pelos bancos de modo geral divergem entre a maior e a menor em mais de 600%, portanto, mostra-se um absurdo a variação que vem sendo admitida, não sendo um "parâmetro" encontrar a média entre números tão distantes.
Ao contrário de outras compras que são feitas por impulsos, a aquisição de um veículo é feita com muita ponderação e muita pesquisa, porque geralmente os valores envolvidos são bastante elevados. Quer a sua compra seja de um veículo novo ou usado, não vai querer fazer a escolha errada, por isso a primeira escolha a fazer é no tipo de financiamento a utilizar, pois não vai poder modificar mais tarde.

Felizmente, com o avanço econômico do Brasil nas últimas duas décadas, já é possível encontrar todo tipo de marcas de veículos disponíveis para aquisição, desde que tenha o orçamento disponível para isso. Por isso, além de ser necessário escolher qual a melhor forma de financiamento, tem que aliar isso ao tipo de veículo necessita e à marca que prefere, pois os valores são bastante diferentes, consoante a sua escolha da marca.

A primeira escolha a fazer é se vai comprar um carro novo ou usado. Muitas vezes a aquisição de um veículo é visto como um erro necessário, isto é, depois de comprar um carro novo por valor extremamente elevado, este perde imenso valor ao final de 1 mês de utilização, logo muitas vezes é considerado um exagero o valor pago por um veículo novo.

Em muitos casos é preferível a aquisição de um veículo usado, desde que este esteja nas condições necessárias para ser uma boa compra. Se optar por um veículo usado é importante que tenha em consideração o seu estado exterior, interior, mecânico e ainda o valor total pedido pelo seu dono, pois há uma enorme tendência para sobrevalorizar o veículo, mas em muitos casos não é o valor adequado ao tipo de veículo em causa.

Nos dias de hoje é bastante fácil a aquisição de financiamento para comprar um veículo no Brasil, com as várias opções que as entidades e até os concessionários disponibilizam para os clientes finais. As duas principais categorias de financiamento disponíveis são o CDC (Crédito Direto ao Consumidor) e o Leasing (arrendamento mercantil), e deve optar pela opção que melhor se adequar às suas necessidades.

Na maioria dos casos, o mais aconselhado é a opção de Crédito Direto ao Consumidor, pois geralmente o Leasing é a escolha da maioria das empresas, pois pode ser incluído no balanço da própria empresa, enquanto que não é possível para pessoas individuais. Outra das desvantagens do Leasing é o aumento das taxas de juro para quem quiser fazer a antecipação do pagamento de algumas mensalidades (geralmente denominado de amortizações).

Ao adquirir um veículo para as suas necessidades, ficará com alguns documentos que são essenciais para comprovar a sua aquisição sem problemas legais no futuro: o CRV (Certificado de Registro de Veículo) e o CRVL (Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo), documentos que lhe comprovam a legalidade de aquisição do veículo em seu nome. Depois terá ainda de ter cuidado com todas as licenças necessárias para conduzir o veículo e poder andar na rua sem qualquer problema com as autoridades.

Para a aquisição de um financiamento de veículos no Brasil é necessário ter em consideração todas as opções que os Bancos e Entidades Financeiras disponibilizam para os clientes finais (que é bastante diferente das opções para empresas), e escolher aquela que melhor se adequar às suas necessidades, tendo sempre em conta que as Taxas de Juro implicadas no financiamento podem aumentar o valor total pago pelo veículo.Juros, Financiamento, cálculo on-line





Saiba Como prevenir o desgaste dos pneus do seu veículo


O desgaste de pneus durante o dia dia está relacionado a fatores como a forma de dirigir, o acerto do carro, temperatura e a pressão dos pneus, condições do asfalto entre outros itens. 



É possível verificar tecnicamente quando a vida útil de um pneu de carro de passeio chegou ao fim. Para isso, há um indicador de desgaste, chamado de TWI (Tread Wear Indicator), que pode ser facilmente visualizado pelo consumidor.  As ranhuras se desgastam e a banda de rodagem se iguala com o TWI, que pode ser encontrado pelo sinal de um triângulo na lateral do pneu. Isso indica que está na hora de substituí-lo.



Vários fatores influenciam na hora de saber quais são os desgastes dos pneus, e na maioria das vezes o motorista acaba sendo o responsável pelo desgaste dos pneus. 



O modo de dirigir influencia e o pneu com baixa qualidade também influencia ainda mais no desgaste, pois a pessoa acaba tendo problemas em relação à durabilidade dos pneus e também sua pilotagem é comprometida, o que acaba sendo um problema.




Primeiramente o motorista deve tomar alguns cuidados em ao dirigir de forma agressiva, esse problema é bastante comum entre os motoristas da atualidade e deve se tomar bastante cuidado, caso contrário isso pode se tornar um problema para a vida útil de seus pneus. Alguns problemas em relaçãoa direção  agressiva podem ser vistos e não é preciso ser um especialista para saber que essa forma de pilotagem danifica os pneus, começando pela arrancada, muitos motoristas gostam de sair "cantando pneus", nesse momento o contato com o solo e a alta rotação fazem com que o pneu tenha um grande desgaste.


A frenagem também é um momento que deve ser ressaltado, pois muitos motoristas chegam muito rápido no sinaleiro e acabam freando muito em cima, fazendo com que o veículo derrape e consequentemente gerando um desgaste muito grande aos pneus. 

A primeira vista o motorista acaba não percebendo que o pneu sofreu danos, porém a quantidade de borracha perdida faz com que o veículo tenha um balanço desigual. Com o tempo o circulo imperfeito faz com que outras partes do pneu também comecem a gerar um desgaste prematuro.

Curvas bruscas 


Aquele barulho que os pneus fazem quando estão entrando ou saindo de uma curva, nada mais é do que sua aderência e derrapagem no asfalto, o que consequentemente desgasta sua borracha, por isso procure sempre entrar em uma curva em baixa velocidade, ou pelo menos com uma velocidade razoável.

Outro problema bastante comum são os buracos, isso gera muitos problemas, principalmente em rodovias, onde andamos sempre em alta velocidade, e quando percebemos já estamos em cima de um buraco. Lembrando que a suspensão em mal estado pode fazer com que os pneus tenham maior desgaste.

Dicas para evitar o desgaste prematuro 
Calibragem de pneu


A primeira dica é com certeza melhorar a forma de dirigir o seu carro.  Procure sair sem fazer com que os pneus patinem, também freie antes para não exigir tanto dos pneus. Nas  rodovias, procure manter uma velocidade razoável, principalmente na entrada e saída de curvas, quando o peso do veículo está sendo destinado somente a uma parte do carro, e consequentemente dois pneus precisam suportar todo esse peso. 

Segundo profissionais que atuam nesse segmento, as calibragens dos pneus deveriam ser
feitas diariamente, caso não seja possível, faça a calibragem semanalmente. Caso o pneu não esteja devidamente calibrado, o peso do carro sobre esse pneu acaba sendo menor, gerando mais pressão para os outros pneus, sem contar que os pneus descalibrados também não conseguem oferecer uma boa rotação, fazendo com que sua estrutura seja danificada e que seu desenho seja comprometido com o tempo.

O alinhamento e balanceamento também são de suma importância para manter a qualidade de seus pneus, um problema bastante comum é gastar somente um lado do pneu, nesse caso uma dica interessante é sempre procurar serviços referentes à calibragem de pneus e também de balanceamento. Como não existe uma forma de prever, uma dica é ficar de olho na direção, o veículo desalinhado tende a virar o volante para o lado quando se solta às mãos do mesmo, no caso de veículo desbalanceado, o problema é à vibração no volante, chega a vibrar muito.

Relembrando:

• Calibre os pneus semanalmente de acordo com a indicação do manual do fabricante.
• Faça rodízio de pneus.
• Evite sobrecarga de peso.
• Faça a manutenção preventiva de componentes do veículo que atuam diretamente sobre os pneus.
• Alinhe o sistema de direção e suspensão, além do balanceamento de pneus conforme indicado pelo fabricante.
• Utilize o pneu indicado para cada tipo de solo.
• Observe periodicamente o indicador de desgaste de rodagem (TWI – Tread Wear Indicators), que existe em todo pneu para mostrar o momento certo da troca.
• Evite o contato do pneu com derivados de petróleo ou solventes, que atacam a borracha.
• Evite a direção agressiva com freadas fortes e mudanças bruscas de direção.


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SOLUÇÕES EM MECÂNICA DE SUSPENSÃO:


Mecânica de suspensão é o sistema formado por componentes que respondem pela estabilidade e controle de direção do veiculo.




Quando um veiculo apresenta problemas de suspensão, pode ocasionar perda de estabilidade e comprometimento de demais componentes relacionados.



Antes de se fazer o alinhamento de direção é necessário realizar a verificação do estado dos principais componentes da suspensão, incluido: 

Amortecedores, coxins, buchas, ponteiras de direção, pivôs entre outros.

Constatando a danificação, procure uma oficina especializada para realizar a revisão e, se necessário o reparo.



As tecnologias cada vez mais arrojadas da indústria automobilística somada a grande diversidade de modelos e a complexidade de seus respectivos sistemas, tornam cada vez mais difíceis ao mecânico, acompanhar tudo o que está sendo lançado ou atuar em todas as áreas do automóvel.



Sendo assim, é uma tendência atual que oficinas se especializem em determinado serviço e atuem em funções específicas.


Tire dúvidas sobre os tipos de motor de carro


Veículos são oferecidos com motores 1.0, 1.4, 1.8, entre outros.

Quanto maior o motor, mais caro fica o valor do automóvel.

Cada dia que passa os fabricantes de automóveis nos oferecem mais e mais opções para que a escolha de um carro seja adequada às nossas necessidades.

São inúmeras possibilidades para se configurar um carro. Temos um número sem fim de acessórios, versões de acabamento e também a opção de motorização. Sobre esse tema, escolhemos os principais tipos de motores para esclarecer os detalhes de cada um.

Afinal, um modelo de carro pode ser oferecido com motor 1.0, 1.4, 1.6 e até 1.8 litro. Quanto mais litros, mais caro fica o valor do automóvel. Na hora de escolher, é preciso levar em consideração o uso que se vai fazer do veículo.

Primeiramente vamos exemplificar a concepção dos motores, que podem ser dividas em quatro:

Motor Vertical


São conhecidos como motores em linha. Podem ter de dois a oito cilindros, mas os modelos mais empregados em automóveis são de quatro, cinco ou seis cilindros. Sua característica principal são os cilindros alinhados em único plano longitudinal. Devido a posição dos pistões (em pé), são chamados de verticais. A maioria dos carros utiliza essa configuração com quatro cilindros.

Motor em V


A característica principal desse motor é formar um V visto de frente em que os cilindros estão inclinados e colocados ao longo de dois planos concorrentes, formando um ângulo variável entre si. Pode ser V6, V8, V10, ou V12, sendo seis, oito, dez ou 12 cilindros. Os carros mais potentes utilizam essa concepção. O mais famoso deles é o V8, que equipou os Dodge e os Ford Maverick na década de 70. Dos carros atuais, o mais comum é o V6, que equipe desde modelos esportivos, picapes, utilitários esportivos até vans.

Motor em W


Essa versão segue o mesmo principio do motor em V, porém, com um plano a mais. Um exemplo de motor com essa concepção no mercado é o W 12, do Volkswagen Phaeton. Também temos o Bugatti Veyron com um W16.

Motor Boxer


O motor do tipo Boxer é conhecido também como motor deitado. Os cilindros ficam na horizontal. O modelo mais conhecido é o do Fusca, mas também equipa carros esportivos como Porsche e Subaru. 

Entenda os tipos de válvula


Depois, dentro da estrutura do motor, temos a posição do comando de válvulas - peça responsável tanto por abrir e fechar as válvulas da entrada da mistura ar/combustível, como as válvulas de saída para os gases:

SOHC


Um motor do tipo SOHC (Single OverHead Cam) conta com apenas um comando de válvulas. O mais comum é a versão de quatro cilindros em linha com oito válvulas no cabeçote do motor onde também está localizado o comando -, sendo quatro para a entrada da mistura ar/combustível e quatro para a saída dos gases, ou seja, uma de entrada e uma saída em cada cilindro. Também existe a versão com 16 válvulas, que passa a ser quatro válvulas por cilindro no caso de um motor de quatro cilindros.

DOHC


O motor com essa denominação DOHC (Double OverHead Cam) segue o mesmo princípio do SOHC, porém com dois comandos de válvulas no cabeçote. Normalmente é um motor com mais válvulas por cilindro, sendo o modelo mais comum o quatro cilindros em linha com 16 válvulas.

OHV


Esse motor, o OHV (OverHead Valve) funciona com o comando de válvulas dentro do motor e com as válvulas no cabeçote. O gerenciamento de abertura e fechamento se dá por meio de algumas varetas que ligam os sobressaltos do comando as válvulas.
Motor
Motor 3,6 litros V6 do utilitário esportivo Chevrolet Captiva

1.0, 1.4, 1.8... Qual é a medida certa para cada carro?

Por último temos o tamanho do motor, medido através do seu volume cúbico, que é a capacidade total do motor somando-se o volume de todos os cilindros:

Abaixo de 1 litro

São motores extremamente pequenos e equipam apenas carros urbanos. Podem ter três ou quatro cilindros em linha. São mais comuns nos minicarros comercializados na Europa.

1,0 litro

De concepção em linha com quatro cilindros, esse é o motor que equipa os carros populares, geralmente as versões de entrada na linha de cada marca. São os modelos mais econômicos, porém com desempenho menor.

1,4 litro

Também com a mesma concepção: quatro cilindros em linha. Trata-se um motor que alia a economia de carro popular ao desempenho de um motor mais potente. É uma boa opção para agregar ar-condicionado e direção hidráulica sem comprometer demais o rendimento, como ocorre nos modelos de 1 litro.

1,6 litro

Versão de quatro cilindros em linha. Foi por muitos anos o modelo mais comercializado, porém devido as exigências de mercado, como consumo e emissões de poluentes, fez com que as fábricas investissem mais nos modelos de 1,4 litro. Alguns veículos médios, como Ford Focus, por exemplo, deixou o 1,8 litros de lado e passou a utilizar o 1,6 litro visando a economia de combustível.

1,8 litros

Atualmente é o tipo de motor que equipa os carros médios. Por muito tempo foi a versão esportiva dos carros pequenos, como por exemplo o Volkswagen Gol e Volkswagen Passat. Ideal para quem precisa fazer viagens de média e longa distância.

2.0 litros ou mais

A partir de 2 litros os motores podem sofrer as variações em concepção, passando a ser em v. Até 2,5 litros ainda são em linha, com quatro cilindros, a partir dessa capacidade cúbica passam a ser em v, com ao menos seis cilindros. É ideal para quem prefere mais potência e esportividade. Mas o consumo fica mais comprometido.


Sistema Elétrico do carro


Da combustão de uma mistura de ar e gasolina nos cilindros de um motor a gasolina resulta a energia necessária, para mover um carro. O sistema elétrico produz a faísca elétrica que inflama a mistura.
Cada cilindro possui uma vela provida de dois elementos metálicos os eletrodos que penetram na câmara de explosão. Quando a corrente elétrica é fornecida às velas a uma voltagem suficientemente elevada, a corrente salta através do intervalo entre os eletrodos sob a forma de uma faísca.
O sistema elétrico de um carro é constituído por quatro partes principais: uma bateria, que fornece a corrente elétrica, uma bobina, que eleva a tensão da corrente, de um distribuidor, que envia a corrente às velas no momento adequado e finalmente as velas, que produzem as faíscas que inflamam a mistura contida nos cilindros.

Os sistemas de ignição por faísca são basicamente os mesmos em todos os carros fabricados atualmente. O restante dos componentes do sistema elétrico fornece a eletricidade às velas de cada cilindro a uma voltagem suficiente no momento preciso.

Não é fácil a produção da faísca entre os eletrodos de uma vela. Quanto maior for o intervalo entre os eletrodos, maior deverá ser a voltagem.

A corrente que chega às velas deve ser de alta tensão (pelo menos 14000 volts). Porém, para compensar as quedas de tensão no sistema, poderá ser necessário elevar esse número para 30.000 volts. Como a energia fornecida pela bateria de um automóvel é normalmente de 12 volts, a bobina terá de elevar em milhares de vezes esta tensão. Uma vez obtida a alta tensão, esta deverá ser fornecida a cada vela no preciso momento do ciclo de 4 tempos.

O distribuidor, como o seu nome indica, distribui a eletricidade a cada um dos cilindros segundo a sua ordem de inflamação. Os platinados contribuem, juntamente com a bobina, para a obtenção da alta voltagem necessária.


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As vantagens de ter o carros assegurado e os cuidados

A maioria das pessoas fica cheia de dúvidas na hora de contratar um seguro de carro. Mesmo que os primeiros argumentos que vem à cabeça são sempre os pontos positivos, já que com ele sentimos uma segurança maior de andar nas ruas das grandes cidades.

Hoje em dia existem três formas de contratar um seguro. A presencial, online ou pelo telefone.

Mas antes de contratar um seguro, fique atento!

Em primeiro lugar, antes de assinar o contrato, o cliente deverá avaliar os produtos das diferentes seguradoras para conhecer qual é a que melhor atende a suas necessidades. É importante que você faça contato com uma corretora conhecida e que esteja devidamente habilitada e registrada. O interessado pode pedir cotações nas diversas empresas para comparar os preços porque o valor pode variar de uma para outra, mas nem sempre o produto mais barato vai ser o melhor. Por isso, deverá informar-se sobre os custos  do serviço que são oferecidos e as coberturas que este inclui. Por outro lado, também é necessário verificar algumas questões, como a franquia (valor de sua responsabilidade em caso de sinistro), quais são os equipamentos de seu veículo que poderiam precisar de segurança, e se esta sendo contratada a cobertura de Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos.  Sempre escolha os benefícios que realmente vai precisar, para não pagar valores adicionais desnecessários.

Outra dica para segurar um carro é que, uma vez que tenha decidido quais serão os serviços, será conveniente que você leia o contrato para comprovar que as opções escolhidas estejam incluídas nele, assim como também verificar o valor da franquia e o tempo de reembolso da indenização em caso de sinistro. Caso seja preciso, você deve solicitar as modificações com urgência. 

Se ocorrer um acidente, o segurado deverá avisar à companhia imediatamente, sem reparar os danos ocasionados. Normalmente, a indenização do veículo será feita segundo a tabela  Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas). Mas sempre será melhor que você pergunte os detalhes a sua seguradora sobre como proceder nestes casos. 

Outra dica útil será  verificar a documentação de seu carro junto aos órgãos de trânsito, evitando assim problemas no momento de contratar o seguro. 

Por último, hoje contamos com a vantagem de que os seguros tenham seu valor de acordo com o perfil do motorista, por isso procure pedir um desconto.  Mas nunca minta, porque a seguradora não lhe dará a indenização correspondente se descobrir suas mentiras.

Desvantagens de ter um carro segurado

- Os preços altos de um seguro de carro no Brasil fazem com que muitas pessoas não consigam fazer um seguro para o seu veículo;

- A seguradora não consegue garantir que o veículo será encontrado rapidamente, então, o proprietário deve esperar até 30 dias para receber o valor do carro, caso ele não seja achado;

- Dependendo de algumas informações solicitadas no contrato, o valor final do seguro fica mais caro. As opções que mais encarecem são: ano do veículo, sexo e idade do condutor.

- As empresas não fazem seguro para carro com acima de 12 anos de uso.

Vantagens de ter um segurado

- Em caso de acidente, pode cobrir manutenção do veículo e, dependendo do contrato,  até ter um carro extra durante o período de manutenção;

- Se o seu carro for roubado, a empresa reembolsa o valor do veículo em dinheiro, de acordo com o preço de tabela, para que você consiga comprar outro;

- Muitas empresas fazem a troca do vidro sem custo adicional;

- Você tem direito a guincho e até ser levado a uma distância de 200 km (o valor muda em cada operadora) se o carro quebrar na rua ou na estrada.

Analise as vantagens e desvantagens de um seguro de carro e compre o seu!

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Cuidados com aluguel de carros



Antes de mais nada, peça sempre o contrato de prestação de serviços, e antes de assinar qualquer documento leia-o atentamente para certificar-se de que todas as cláusulas estão claras. 

Guarde sempre os materiais promocionais ou recortes de jornal que divulgaram a viagem ou excursão. Isso pode ser útil para formalizar uma reclamação ou denúncia.

Escolha um prestador de serviços turísticos cadastrado no Ministério do Turismo.

Consulte parentes e amigos que já tenham utilizado o serviço.

No Brasil

Sempre que desejar alugar um carro para viajar pelo Brasil, certifique-se, previamente, se possui o cartão de crédito solicitado como garantia pela locadora.

Ao alugar um carro não assine notas ou faturas em branco. Se a empresa fizer essa exigência, denuncie o fato, imediatamente, a um órgão de defesa do consumidor. As despesas extras  (seguros opcionais, impostos e combustíveis )  deverão ser pagas no local de devolução do veículo.

Locação internacional

Se alugar um veículo em outro país, verifique antes de viajar se você pode pagar as diárias adiantadas no Brasil ou se terá de pagá-las no país onde vai retirar o veículo. Reservando no Brasil, você elimina o risco da falta de automóveis. Mesmo sendo raro não sobrar um automóvel nos pátios de uma companhia, existe o risco de você querer alugar uma van para acomodar a família e as compras e só encontrar um mini-Metro Geo, cujo porta-malas mal faz jus ao nome.  Portanto, reserve. E, de preferência, deixe a locação pré-paga no Brasil

O pagamento sempre deve ser feito em dinheiro, cheque de viagem ou cartão de crédito internacional.

Cuidados gerais


Reserve com antecedência o veículo que deseja usar. Comunique à empresa suas preferências quanto à marca, ano de fabricação, modelo e equipamentos.

Em geral, as locadoras pedem que o carro seja devolvido com o tanque cheio.

Precauções

Durma algumas horas a mais das habituais antes de iniciar a viagem. Vista-se de forma cômoda e adequada com o local que for visitar.

Use sapatos confortáveis para evitar bolhas e incômodos.

Faça lanches leves antes de partir e não tome bebidas alcoólicas, sobretudo se for dirigir.

Resumindo:

- Faça uma vistoria no carro antes de retirá-lo da loja e quando for entregá-lo.

- Opte por um carro novo com menos de 10 mil quilômetros rodados.

- Contrate seguro contra acidente, furto, roubo, incêndio, perda total e danos a terceiros.

- Verifique se estepe, macaco, chave de roda e triângulo estão em ordem.

- Peça para dar uma volta no quarteirão e veja se o carro não apaga e se o freio e as marchas funcionam.

- Procure pegar o carro e devolvê-lo com o tanque cheio e não se esqueça de ver qual a multa no caso de entregá-lo com o tanque incompleto.

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CHEVROLET MALIBU




A edição especial do MALIBU esta por sair e vem aí no mercado para arrasar, quando pensamos em um veículo seguro e de categoria um bom acabamento e confortável pensamos em CHEVROLET, com vários itens de segurança que se tornaram comuns nos automóveis mais caros, esse particularmente é o carro dos meus sonhos.




Protótipo idealizado pela NISSAN  o QASHQAI chegará ao mercado em breve e alguns modelos serão produzidos pela montadora, não é meu estilo de carro mas segundo fala a imprensa tem uma ótima performasse


MERCDES BENZ S63 AMG




Carro intelecto de luxo considerado um dos melhores na categoria com uma potência de 600 cavalos, esportivo e está no hall dos mais caros e ganhou um novo motor V8, ao meu ver é um carro estiloso e é para quem tem estilo, vamos falar de verdade é carro para neguem botar defeito..






Carro do ano mundialmente considerado o GOLF 2013 a literatura hoje em sua categoria com seu desempenho arrojado mas mantendo seu estilo original, praticamente um relançamento a altura.



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