NOVIDADE


Fábrica da Volkswagen 60 anos de inovação

Conheça um pouco da história de uma das fabricantes de carros que mudaram a história do país e do MundoSeis décadas após ter se instalado no país, a VW do Brasil se tornou uma peça fundamental da estratégia do Grupo Volkswagen de se tornar o maior fabricante de veículos do mundo em 2018.A história da Volkswagen no Brasil já começou com um grande sucesso: os 30 primeiros Fuscas que chegaram ao porto de Santos, em setembro de 1950, logo foram comercializados – e pelo triplo do preço de avaliação. O modelo importado era o "Brezel" ou"Split Window", com vidro traseiro dividido.

Três anos mais tarde, em 23 de março de 1953, a Volkswagen do Brasil se instalava, com apenas 12 funcionários, num pequeno armazém alugado no bairro do Ipiranga, em São Paulo. Dali saíram, de 1953 a 1957, os primeiros Fuscas e Kombis com peças importadas da Alemanha, que foram aos poucos substituídas por componentes nacionais.


Após 60 anos de atividades no País, a marca já produziu mais de 20 milhões de veículos no Brasil e não deixa de colecionar superlativos: maior fabricante de veículos do país, maior exportadora do setor automotivo, sendo também a marca de veículos mais lembrada pelo público em geral.

Segundo a VW do Brasil, no entanto, a sua história no país teve início já em 1949, quando pesquisas realizadas no mercado latino-americano apontaram o Brasil como "local mais adequado para receber a primeira fábrica da marca fora da Alemanha."

Política de nacionalização
Desde a década de 1920, a importação de automóveis era uma rotina bastante conhecida. Em 1919, a Ford do Brasil iniciou a montagem do Ford "T" em São Paulo. Em 1925, a General Motors passou a fazer o mesmo. No início da Segunda Guerra Mundial, segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Detran), o Brasil possuía ao todo cerca de 250 mil veículos – entre importados e montados no Brasil.

Mas, durante a guerra, esses automóveis ficaram sem peças de reposição. Entre 1939 a 1945, surgiram então pequenas oficinas que, aos poucos, se transformaram em fábricas. No fim da guerra, o Brasil já possuía um modesto parque industrial de autopeças. Mas quando a importação foi normalizada, no início da década de 1950, a fome por veículos passou a ser uma ameaça à balança comercial do país. Nos primeiros anos da década de 1950, o país importava 100 mil veículos por ano, além das autopeças.

Em 1951, de acordo com dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a importação de veículos representava 15,1% dos 1,1 bilhão de dólares que o país gastava no mercado externo. Foi aí que a ideia de montar um parque industrial automobilístico brasileiro tornou-se mais concreta. Seguindo a política de nacionalização, o então presidente Getúlio Vargas limitou a importação de autopeças em agosto de 1952. Em março do ano seguinte, foi proibida a entrada de veículos inteiros.

Primeira fábrica
O dia 16 de junho de 1956 é considerado um marco da indústria automotiva nacional. Nesse dia, o governo brasileiro criou o Grupo Executivo da Indústria Automobilística (Geia), que estabeleceu condições para instalar a indústria automobilística no Brasil e fixou a base do rápido desenvolvimento do setor. Naquele ano, foi instalada a Mercedes-Benz do Brasil e a fabricante Vermag produziu a primeira camioneta DKW. A VW decidiu então construir uma primeira fábrica na rodovia Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP) – a primeira unidade da VW fora da Alemanha.

Em 2 de setembro de 1957, saía desta linha de produção o primeiro veículo produzido pela marca no Brasil: a Kombi, com 50% dos seus componentes já fabricados no País. Em 1959, o então presidente Juscelino Kubitschek assistiu ao lançamento do primeiro Fusca nacional, passeando pela fábrica de São Bernardo a bordo de um Fusca conversível. O carismático Fusquinha viria a se tornar o primeiro automóvel de baixo custo, responsável pela motorização de milhões de brasileiros.

Fusca e Kombi
O Fusca foi um dos modelos da Volkswagen de maior sucesso. Foram mais de três milhões de unidades produzidas no país. O modelo conquistou a preferência do consumidor brasileiro e ganhou até uma data comemorativa: o dia 20 de janeiro foi instituído como dia nacional do Fusca. No Brasil, o Fusca foi construído até 1986.

Em 1993, para incentivar a fabricação de carros populares, o então presidente Itamar Franco reinaugurou a linha de montagem do Fusca em São Bernardo do Campo. No entanto, os tempos eram outros e o espartano Fusca não pôde mais concorrer com modelos de outras marcas surgidas na década de 1990, com preços semelhantes e acabamento e espaço interno melhores que os do Fusca. Em 1996, a sua produção foi definitivamente encerrada no Brasil.

O ano de 2013 deverá também trazer o encerramento da produção de outro grande caso de sucesso e longevidade da indústria automotiva nacional: por não atender ao cumprimento de normas de segurança (freios ABS, airbags, crash-tests), a produção da Kombi será encerrada no Brasil no final deste ano, informou o presidente da VW do Brasil, Thomas Schmall.

Passados mais de 55 anos, a Kombi – do alemão Kombinationsfahrzeug (veículo combinado) – é a versão brasileira do VW Bus T2. Em 2011, a Kombi atingiu o marco de 1,5 milhão de unidades fabricadas no Brasil. A Volkswagen, no entanto, pretende modernizar sua frota. E o atual modelo brasileiro se baseia na segunda geração de VW Bus, produzida na Alemanha entre 1967 e 1979.

Modelos de sucesso
Lançado em 1980, o Gol é o modelo de maior sucesso da marca no Brasil, com 7 milhões de unidades produzidas e com 26 anos consecutivos na liderança de vendas do mercado brasileiro, informou a VW. Entre os modelos de maior volume de produção na trajetória da marca no Brasil, está também o Fusca, que até 1986 atingiu 3,3 milhões de unidades fabricadas e vendidas no país. Na década de 1970, a Brasília também foi um modelo de grande sucesso, alcançando cerca de 950 mil unidades produzidas nos nove anos em que esteve no mercado.

Ao longo de sua história no Brasil, a Volkswagen projetou e desenvolveu uma série de modelos nacionais de grande sucesso, como o Gol, o Fox, a Variant, o Karmann Ghia e o esportivo SP2. No entanto, o primeiro veículo totalmente projetado e desenvolvido pela VW no Brasil foi a Brasília, lançada em 1973. Entre os modelos exportados, uma curiosidade é o Passat, que até hoje é visto nas ruas do Iraque. Um total de 170 mil veículos foram exportados entre 1983 e 1988. Conhecidos no Iraque como "Brazili", os veículos traziam no vidro traseiro os dizeres Made in Brazil. Os carros eram oferecidos como prêmio aos combatentes da guerra contra o Irã e foram pagos com petróleo.

Recordes, inflação e Autolatina
Segundo a Volkswagen do Brasil, suas exportações começaram em 1970 para países da América do Sul e México. No mesmo ano, a empresa atingia os primeiros recordes de produção e vendas, alcançando o primeiro milhão de veículos vendidos. Em março de 1972, o Fusca completava o primeiro milhão de unidades vendidas no país. E, em 1976, a VW inaugurava em Taubaté (SP) a sua segunda fábrica no Brasil, responsável pela produção dos modelos Gol e Voyage.

No final da década de 1980, com o parque automobilístico brasileiro consolidado, a Volkswagen iniciou a produção da série que se tornaria o maior sucesso de vendas da indústria, dando origem aos modelos Gol, Parati, Saveiro, Voyage e Fox. No final dos anos 1980, a economia brasileira estava assolada pela inflação e pela estagnação. Entre 1987 e 1993, a inflação anual pulou de 416% para 2.709%. Na tentativa de reduzir custos e obter um melhor aproveitamento dos recursos disponíveis, a Volkswagen do Brasil juntou-se à Ford para formar a Autolatina. Com a abertura da economia e o aquecimento do mercado interno, em 1994, as duas marcas decidiram separar as operações.

Em 1996, a fábrica de motores da Volkswagen do Brasil iniciou suas atividades em São Carlos (SP) e, em janeiro de 1999, a marca inaugurava sua quarta fábrica no Brasil, em São José dos Pinhais, no Paraná. Com um total de 24 mil empregados em suas quatro fábricas no país, a Volkswagen do Brasil é uma das maiores empregadoras da indústria automotiva brasileira.

Ao longo de sua história, a Volkswagen do Brasil foi responsável também por importantes inovações tecnológicas. Em 2003, ao completar 50 anos no país, foi a primeira a lançar a tecnologia Total Flex, que permite o uso de etanol, um combustível renovável, e/ou gasolina em qualquer proporção. A tecnologia marcou uma mudança de paradigma na indústria automobilística brasileira, diz a empresa.

Estratégia 2018 e sustentabilidade
Desde então, a VW continuou sua trajetória de sucesso com um total de mais de 20 milhões de veículos produzidos no Brasil. A empresa também é líder em exportações, tendo vendido mais de 3 milhões de veículos para 147 países. Tudo isso faz da Volkswagen do Brasil "uma peça fundamental da Estratégia 2018" – estratégia da empresa alemã de se tornar a montadora número 1 do mundo em 2018 –, como afirmou o presidente da Volkswagen, Martin Winterkorn, na abertura do Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro do ano passado.

Após a China, o Brasil é o maior mercado de carros da Volkswagen. Em apenas cinco anos, as vendas da empresa aumentaram 40% no país, contrabalançando a queda de vendas na Europa em crise. Segundo o responsável pelo setor de produção do Grupo, Michael Macht, até 2018, o mercado automotivo brasileiro deverá crescer 45%, chegando a 8 milhões de veículos vendidos anualmente. Em 2012, a Volkswagen do Brasil alcançou o maior volume de vendas de sua história (768.395 unidades) e recorde no volume de produção anual, com 852.086 unidades, consolidando o posto de maior fabricante de veículos do País.

A VW pretende manter o ritmo de investimentos no país e informou que, até 2016, a empresa deverá investir R$ 8,7 bilhões em novos produtos e na ampliação da capacidade das fábricas brasileiras. Entre os investimentos, estão uma segunda Pequena Central Hidrelétrica (PCH), no estado de São Paulo. Inaugurada em 2010, a PCH Anhanguera, primeira Pequena Central Hidrelétrica da Volkswagen do Brasil, recebeu no início de 2012 o Certificado de Emissões Reduzidas (CER), também conhecido como Créditos de Carbono, aprovado pela Organização das Nações Unidas (ONU). Juntas, as duas usinas deverão suprir 40% da demanda energética das unidades da Volkswagen no Brasil.

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Carros Utilitários mais baratos  do País

Seja para encarar uma trilha off-road ou só uma rua de terra batida, os carros com apelo aventureiro vieram para ficar. Entre as opções mais baratas há modelos feitos para passarem apenas por buracos mais profundos no asfalto, enquanto outros só faltam subir em paredes. Para você que gosta de andar no fora de estrada ou apenas curte o visual dos off-road, selecionamos os 30 modelos com proposta aventureira mais baratos do Brasil. 


FORD ECOSPORT
Líder da categoria que ele próprio criou, o Ford EcoSport tem diversas opções para quem pretende entrar em uma trilha leve ou algo mais pesado

Modelo: Ford EcoSport
Motorização: 1.6 16V e 2.0 16V (ambos flex)
Câmbio: Manual de cinco ou seis marchas, automatizado de dupla embreagem e seis marchas
Tração: 4x2 ou 4x4 (sem reduzida)
Preço: R$ 54.800 a R$ 68.200

RENAUT DUSTER
Com jeitão robusto e espaço de sobra, o Renault Duster é, ao lado do Ford EcoSport, um dos aventureiros com opção 4x4 mais baratos do Brasil

Modelo: Renault Duster
Motorização: 1.6 16V e 2.0 16V (ambos flex)
Câmbio: Manual de cinco ou seis marchas, automático de quatro
Tração: 4x2 ou 4x4 (sem reduzida)
Preço: R$ 50.350 a R$ 64.900

FIAT UNO WAY
Apliques plásticos no para-choque e suspensão elevada: o Fiat Uno Way repete a fórmula dos hatches aventureiros como qualquer um, mas ninguém consegue ser mais em conta do que ele: por apenas R$ 28.890 você pode ter um na garagem. Só o Mille Way é mais barato, mas ele sairá de linha no final deste ano

Modelo: Fiat Uno Way
Motorização: 1.0 8V ou 1.4 8V Flex
Câmbio: Manual de cinco marchas
Tração: 4x2
Preço: R$ 28.890 a R$ 32.710

CHERY TIGGO
Com o visual a la CR-V atualizado, o Chery Tiggo é uma opção em conta para quem busca um SUV compacto, ainda que sua origem chinesa ainda pese contra o jipinho.

Modelo: Chery Tiggo
Motorização: 2.0 16V (gasolina)
Câmbio: Manual de cinco marchas
Tração: 4x2
Preço: R$ 51.990


HYUNDAY TUCSON
Quase um decano, o Hyundai Tucson tem projeto defasado sem relação ao seu sucessor ix35. Apesar disso o modelo é um dos favoritos entre os donos de SUVs compactos

Modelo: Hyundai Tucson
Motorização: 2.0 16V flex
Câmbio: Automático de quatro marchas
Tração: 4x2
Preço: R$ 69.550

KIA SPORTAGE
Praticamente equiparado ao "irmão" ix35 na tabela de preços e equipamentos, o Kia Sportage se diferencia nos detalhes, como as luzes de condução diurna (DRL) em LEDs disponíveis na versão topo de linha. O motor flex tem bom desempenho, mas o consumo é elevado

Modelo: Kia Sportage
Motorização: 2.0 16V Flex
Câmbio: Manual ou automático de seis marchas
Tração: 4x2 ou 4x4 (sem reduzida
Preço: R$ 89.900 a R$ 117.300

FIAT PALIO WEEKEND ADVENTURE
Criador da categoria dos "aventureiros de botique", o Fiat Palio Weekend Adventure compensa o aperto na cabine com a opção de diferencial blocante Locker, exclusivo da categoria

Modelo: Fiat Palio Weekend Adventure
Motorização: 1.8 16V Flex
Câmbio: Manual ou automatizado de cinco marchas
Tração: 4x2 (com opção de bloqueio eletrônico Locker)
Preço: R$ 52.550 a R$ 54.727


VOLKSWAGEN GOL RALLYE
Visual malvado, suspensão elevada e... rodas de 16 polegadas com pneus de perfil urbano. O Volkswagen Gol Rallye não é muito de encarar aventuras ousadas, mas tem um dos visuais off-road mais agressivos do mercado

Modelo: Volkswagen Gol Rallye
Motorização: 1.6 8V Flex
Câmbio: Manual ou automatizado de cinco marchas
Tração: 4x2
Preço: R$ 46.060 a R$ 48.800

VOLKSWAGEN CROSS FOX
O Volkswagen CrossFox compartilha a pseudo-capacidade off-road do Gol Rallye, mas conta com um trunfo a mais: o estepe grudado na tampa do porta-malas, um dos diferenciais que tornaram o compacto um dos favoritos do consumidor

Modelo: Volkswagen CrossFox
Motorização: 1.6 8V Flex
Câmbio: Manual ou automatizado de cinco marchas
Tração: 4x2
Preço: R$ 49.950 a R$ 52.690

FIAT STRADA ADVENTURE
A Fiat Strada Adventure repete as virtudes da Saveiro Cross, mas conta com uma vantagem: é a única a contar com opção de cabine dupla e câmbio automatizado. Para associar ainda mais a imagem da picape com o off-road a Fiat criou até a série especial Mangalarga Marchador (foto), em homenagem a uma raça de cavalos

Modelo: Fiat Strada Adventure
Motorização: 1.8 16V Flex
Câmbio: Manual ou automatizado de cinco marchas
Tração: 4x2 (com opção de bloqueio eletrônico Locker)
Preço: R$ 48.640 a R$ 55.421

TOYOTA RAV4
Também recém-chegado ao Brasil, o Toyota RAV4 ficou com o visual mais ousado e também mais urbano: a nova geração do SUV perdeu o tradicional estepe pendurado na tampa do porta-malas

Modelo: Toyota RAV4
Motorização: 2.0 16V ou 2.5 16V (ambos a gasolina)
Câmbio: Automático de seis marchas ou continuamente variável (CVT)
Tração: 4x2 ou 4x4 (sem reduzida)
Preço: R$ 96.900 a R$ 119.900

MITSUBISHI  PAJERO TR4
O Mitsubishi Pajero TR4 caiu tanto no gosto do público que virou nacional e agora é exclusivo: a geração atual é um modelo voltado apenas para o mercado brasileiro

Modelo: Mitsubishi Pajero TR4
Motorização: 2.0 16V Flex
Câmbio: Manual de cinco marchas ou automático de quatro
Tração: 4x2 ou 4x4 (com reduzida)
Preço: R$ 66.990 a R$ 77.390

RAND ROVER EVOQUE
A Land Rover já tem, por si só, fama de fazer carros bons para o off-road. Porém faltava um modelo com um design mais apelativo (e menos quadrado). Adicione a isso um preço agressivo (leia como "menos caro") e você entende o sucesso que o Range Rover Evoque fez no mundo inteiro

Modelo: Land Rover Range Rover Evoque
Motorização: 2.0 16V a gasolina
Câmbio: Automático de seis marchas
Tração: 4x2
Preço: R$ 175.000 a R$ 199.000

SUZUKI JIMNY
Favorito da turma do off-road "de verdade" no passado, o Suzuki Jimny voltou ao mercado praticamente com o mesmo visual, mas de RG novo: o jipinho agora é brasileiro, fabricado em Catalão (GO)

Modelo: Suzuki Jimny
Motorização: 1.3 16V a gasolina
Câmbio: Manual de cinco marchas
Tração: 4x4 com reduzida
Preço: R$ 55.990 a R$ 61.990

CITROËN AIRCROSS
Exclusividade nacional, o Citroën Aircross foi tão importante para a marca que provocou uma disputa interna: designers brasileiros insistiram na necessidade do estepe na tampa traseira, visto como supérfluo para a equipe responsável pelo C3 Picasso. Mas o apelo visual do item acabou falando mais alto

Modelo: Citroën Aircross
Motorização: 1.6 16V Flex
Câmbio: Manual de cinco marchas ou automático de quatro
Tração: 4x2
Preço: R$ 52.190 a R$ 63.460

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Carros Hyundai HB20 o modelo que entrou bem no Mercado Brasileiro


A Hyundai Company empresa de âmbito Internacional fundada em 1967 no Sul da Coreia por Chung Ju-Yung que já havia fundado a Hyundai Engineering And Construction Company.

O grupo CAOA é responsável no Brasil pela distribuição da marca Hyundai em todo território Nacional. Em São Paulo mais precisamente na cidade de Piracicaba a montadora da Hyundai foi instalada no ano de  2012 sendo ela responsável pela fabricação aqui no Brasil dos modelos HB20, HB20X e HB20S, inteiramente adotados pelo mercado Nacional. Iniciou também no Brasil a produção do IX35, o modelo se compara às linhas de montagem do HR,HD78 e Tucson Nenhuma alteração foi feita no modelo com o motor 2.0 16V flex  com 178CV de potência no etanol. O IX35 fabricado no Brasil será tão composto como a versão Sul-Coreana com itens como camará de ré, Bluetooth e GPS, embora sendo fabricado aqui no Brasil não significa que a Hyundai reduza muito o seu valor que hoje é de R$ 100.200,00 ( Cem mil e duzentos reais ) aproximadamente isso com cambio automático.

Hyundai HB20 Carro Compacto

Ele traz na série direção hidráulica, ar condicionado, ajuste de altura  para banco do motorista e airbag duplo frontal, rodas de ferro de aro 14 polegadas e faróis de mascara negra , o park plus ainda consiste  em vidros e travas elétricas e alarme com telecomandos de tarvas, ele possui uma distância entre os eixos de 2,5m e 3,9m de cumprimento, 1,7 de largura altura de 1,5m. Ele pode ser 1.0 flex de 3 cilindros com comando variável  e potência de 80cv com etanol e na gasolina perde um pouco passa  a 75cv de potência. Também com comando variável de válvula e 128cv de potência o 1.6 16v flex 4 cilindros, cambio manual  de 5 velocidades, a maior capacidade no motor menor, enquanto a maior capacidade pode ter caixa manual ou automática de 4 velocidades, o porta malas comporta até 300 litros.

 Hyundai HB20X

A Hyundai apresentou no salão do automóvel  o segundo lançamento de compacto, o HB20X diferente do HB20 com rodas de liga leve com aro de 15 polegadas e pinças de freio com desempenho maior para terrenos acidentados, mais robusto e com novos para-choques e entrada de ar, com motor  1.6 16v comando de válvula variável   e bloco de alumínio a transmissão terá opção pode ser cambio manual ou automático com 128cv de potência, no interior detalhes como pedaleiras esportivas, maçanetas e também no comando do ar condicionado cromados, com detalhe da costura azul no volante e nos revestimentos dos bancos.

Hyundai HB20S

OHB20S completa os três modelos fabricados no Brasil, junto ao hatch e o esportivo HB20X a marca aposta no modelo para segmento de sedãs compactos.
A versão 1.0 com direção hidráulica, ar condicionado, travas elétricas, alarme periférico, vidros elétricos nas quatro portas, sistema isofix para fixação de cadeiras para crianças, radio com leitor MP3 e entrada para USB, aros de 14 polegadas de aço. O HB20S mede 4,2m de cumprimento, 1,7m de largura, 1,5m de altura e mede 2,5m entre eixos, o novo integrante da família alem de ganhar também um porta malas de 450 litros.
Assim como acontece com HB20 e HB20X o motor é 1.0 flex 3 cilindros com comando variável de válvula de 80cv de potência  no etanol e na gasolina passa para 75cv de potência. O 1.6 flex também com comando de válvula variável  vem com 128cv e 122cv de potência e com cambio automático de 5 velocidades.

A barra cromada entre as lanternas traseiras divide opiniões entre consumidores, e eu como consumidor na minha opinião achei chiou de bola.
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Feira de compra e venda de veículos e eventos pelo Brasil


O Feirão de carros  acontece pelo país inteiro a fim de mostrar para as pessoas que os

carros usados também podem ser um grande negocio. O que você precisa fazer sempre é
pesquisar muito bem antes de comprar qualquer automóvel usado para que não se arrependa depois de o  já ter comprado .


Assim as pessoas que gostam e querem comprar carros usados ou semi-novos a opção é ira a um feirão de veículos.  Em BH o feirão acontece no estacionamento do Mineirão, em SP na Marginal do Tietê, ao lado do Playcenter , no Rio, vitória e demais cidades, o feirão irá acontecer nos pátios das concessionárias ou nas revendedoras. 

Quer comprar um carro? Vá até um Feirão

O Feirão trás para as pessoas que querem comprar carros inúmeras opções para elas escolherem, entre  carros novos e também usados, assim para ver o que mais lhe interessa e que seu bolso pode pagar por tal carro.

Os feirões de carros 2013 vão acontecer em várias cidades do Brasil, em datas e horários diferentes, que prometem ser o maior sucesso, porque estão estimados para um público de mais de 10 mil pessoas  a procura de carros entre R$ 20.000,00 e R$ 120.000,00. Essa é a oportunidade de você comprar seu carro semi-novo com ótimos preços e parcelas para pagar.

Geralmente, qualquer modelo que é adquirido no Feirão a entrada você tem de 10 a 20% de
desconto e assim é melhor para você, pois já ajuda no orçamento. Mas lembre-se, barganhar é sempre o melhor negócio, não saia comprando o primeiro carro que aparecer, a menos que seja um negócio irrecusável.

Você pode conferir tudo sobre os feirões, as  datas e locais no próprio site das montadoras  como Chevrolet,  Volkswagen,  Fiat e muito mais.  O que você não pode é perder a chance de garantir seu carro na garagem, aproveite todos os feirões de carros de 2013. 

Os Feirões de carros 2013 vão acontecer nas principais cidades do Brasil, então fique de olho para não perder essa grande oportunidade de levar seu carro semi-novo ou usado para casa. Acesse todos os sites de marcas de carros e confira os próximos feirões de carros 2013 e aguarde os melhores preços e condições para comprar ou trocar seu carro.


Dicas preciosas na hora de comprar um carro usado

Tutorial obrigatório com dicas do que avaliar em um carro usado antes da compra

Comprar um carro usado apesar de mais econômico, envolve uma série de cuidados por parte do comprador, seja em uma negócio particular (com o próprio vendedor) ou em uma revendedora de veículos.  Vários quesitos precisam ser levados em conta no momento da compra,  tais como condições físicas do veículo (nível, pintura, porta-malas, mangueiras, bancos, ar, freios, vazamentos, motor, pneus, etc). Elaboramos este artigo justamente para ajuda-lo nesta difícil escolha.

Antes de comprar  seu carro usado verifique se o veículo está no mesmo nível do solo, isto o ajudará a conferir o estado dos pneus e a condição da carroceria. 

Olhe cuidadosamente a pintura e tome nota de todos os pontos de ferrugem, amassados e arranhões. Observe atentamente as laterais a partir da traseira do veículo; sinais de ondulação indicam repintura.  Aproveite e deslize o dedo ao longo das bordas das juntas entre os painéis. Se notar qualquer sinal de aspereza, é indicação de que há resíduos de fita adesiva.


Verifique o porta-malas  para ver  se está em bom estado,  desgaste no interior indica uso intensivo do carro. Inspecione sobre o capô e veja se há ondulações, danos ou ferrugem.  Os sinais são indicativos de que o veiculo não foi bem cuidado.  Cada para-lama, apenas no interior, onde o para-lama se encontra com o capô, deve ter o número de identificação do veículo gravado. A ausência desse número pode ser um sinal de que o mesmo foi substituído.

As mangueiras e as correias não devem ter rachaduras. No caso delas apresentarem rachaduras, a mangueira do radiador não deve ter uma consistência macia.  Inspecione o interior do veículo a procura de furos, manchas ou rasgos nos bancos e no estofado.  Caso o carro usado tenha ar condicionado, ligue-o e veja se está funcionando bem.


Um veículo roda em média 20 mil quilômetros por ano, por isso verifique a quilometragem indicada no carro que pretende comprar,  ela indica a idade e podem aumentar ou diminuir o valor do automóvel.  Teste o carro antes da compra, peça um test- drive antes de finalizar a compra.  Verifique da possibilidade de se fazer um teste mais acurado, o ideal é alugar um carro do mesmo modelo.  Verifique se o carro cabe na vaga do prédio ou se não raspa na entrada do estacionamento. Certifique-se que o modelo agrada também a outros membros da família.
Pergunte sobre a história do carro, sobre desempenho, registros de manutenção,  reparos e problemas do mesmo.


Verifique Freios,  veja se não há vazamentos ou corrosão no motor, procure por manchas escuras de óleo, olhe o fluido de freio . As Correias devem ter boa aparência, sem fissuras ou ressecamento, pois a manutenção e mão de obra podem sair caro. 

Retire a tampa do compartimento do óleo. Um resíduo de espuma no interior indica um vazamento no cabeçote da gaxeta. O melhor a fazer, nesse caso, é esquecer este carro. Verifique o estado do líquido de refrigeração no reservatório; um líquido de refrigeração sujo e de cor escura significa que ele nunca foi trocado, e, muitas vezes, isso significa um vazamento na gaxeta.

A correia de distribuição é a correia mais importante do motor, e é, também, a mais cara de ser substituida. Se o carro for equipado com uma corrente de distribuição de aço, você não terá que se preocupar com isso. Uma correia de distribuição deve ser trocada a  cada 90.000 km, dependendo do fabricante.

O desgaste nos pneus deve ser uniforme e cada par de pneus deve ser igual. Verifique se há desgastes irregulares nos sulcos dos pneus (alinhamento ruim). Um mau alinhamento pode ser causado pelo desgaste dos componentes da direção/suspensão, buracos na estrada ou danos no chassi. Verifique também o estepe e compare os sulcos do estepe com o dos outros pneus.

Verifique o Chassi, o sistema de escapamento,  se houver pontos escuros no sistema de escapamento, pois isso pode indicar vazamento. Este também é um bom momento para inspecionar danos na parte inferior do chassi.

Se você não tiver conhecimento de mecânica, uma boa ideia seria levar um amigo de confiança que entenda do assunto para verificar o automóvel. Na falta de um amigo de confiança que seja capaz de fazer isso, você pode pagar um mecânico para realizar a inspeção do carro. Certifique-se de que este mecânico tenha boas referências para que você não seja enganado(a) e acabe fazendo uma compra ruim.


Lembre-se que quanto mais caro é um carro, mais rápida é sua depreciação. A mesma regra vale para os importados. Veículos fabricados no exterior que vendem pouco no Brasil muitas vezes não possuem uma rede de assistência técnica adequada nem mercado secundário no país. Também existe muito preconceito com carros oriundos de leilão, de locadora ou com um histórico de acidentes graves. Então exija desconto.

Não concorde imediatamente em pagar o preço anunciado. Um carro usado é um item negociável, e como tal, você deve fazer o possível para conseguir um desconto. Dependendo da qualidade do veículo, sinta-se à vontade para fazer a sua oferta.  Certifique-se de que seja uma oferta razoável. Se o vendedor estiver pedindo R$ 15.000, não ofereça R$ 10.000. Isto seria meramente um insulto. Se o preço for de R$ 10.000, tente conseguir um desconto de R$ 1.500. No entanto, seja qual for o preço, não gaste mais do que você realmente possa pagar. Tente comprar um veículo que satisfaça tanto as suas necessidades quanto a realidade do seu bolso.


www.carrosten.blogspot.com

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